Foi no meio da escuridão que pude construir aquele
espetáculo de luxuria envolto da névoa de cinzas de cadáveres de pernas
trêmulas na dança como bailarinos loucos curtindo rock até frenéticos psicodelismos gemidos uivantes no decorrer da peça com o corta do diretor as
brincadeiras horas de risos e caras safadas voltando a espiritual incorporação
pra cena seguinte outra tomada de posição talvez sempre bom GRAVANDO recomeça o
terror algo dominante nas mentes no corpo atração fatal a garota retorcida na
cama enquanto é possuída e recomeçam os uivos até o momento do triunfo da vitória do cansaço quando o pano cai e a cena termina
"Carne opulenta, majestosa, fina, Do sol gerada nos febris carinhos, Há músicas, há cânticos, há vinhos Na tua estranha boca sulferina ." Crus e Sousa Engendra a substância de tua bela voz Lendo seu poema épico da batalha Donde os Titãs jogados à fornalha Do poder divino. Oh! Força algoz Ornada de grinalda comtempla a sós Do monte parnaso inspira-se e talha Na tabuleta com seu brunil não falha Em remanescer à poesia uma foz Jorrando a paixão do Deus Apolo Entre suas vestes dois filhos amaram Mas Eagro, talvez mais obtuso Deu-te ao ventre as notas de seu falo Um Orfeu aventurado cantaram À jovem Calíope seu ar majestoso
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